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Veja quem são as gestoras classificadas em chamada pública do Fundo Soberano

Empresa atuará como gestora do FIP do Fundo Soberano com aporte inicial de R$ 250 milhões.
21/10/2021 12:00
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searchA gestora de venture capital selecionada administrará um fundo de investimento, constituído, exclusivamente, com os recursos do Fundo Soberano (Funses).

A Trivèlla M3 Investimentos foi a empresa classificada em primeiro lugar na chamada pública para a seleção de empresa gestora do Fundo de Investimento em Participação (FIP) do Fundo Soberano do Espírito Santo. O processo foi conduzido pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes).

Em segundo e terceiro lugares ficaram as empresas Confrapar SPE Nascenti e a Antera Gestão de Recursos, respectivamente. O banco coordena o processo seletivo para a gestora que vai estruturar o FIP Funses 01, um fundo na modalidade venture capital multiestratégia, vinculado ao Fundo Soberano do Espírito Santo (Funses).

A Comissão de Avaliação, de acordo com os critérios estabelecidos no edital, anunciou as três empresas selecionadas, por ordem de classificação, nessa quarta-feira (20). Trata-se da fase final do processo seletivo, em que a empresa classificada em primeiro lugar será objeto de análise, em um processo chamado due dilligence, quando vários aspectos, incluindo os relacionados à exequibilidade da proposta serão avaliados, constituindo a etapa conclusiva da seleção.

A gestora de venture capital selecionada administrará um fundo de investimento, constituído, exclusivamente, com os recursos do Fundo Soberano (Funses). Esse fundo será um dos maiores da categoria no País, com aporte inicial de R$ 250 milhões.

O diretor-presidente do Bandes, Munir Abud de Oliveira, destaca que a criação de um fundo de investimentos vinculado ao Fundo Soberano permite a potencialização de novos investimentos no Estado. “A criação de um FIP veiculado ao Fundo Soberano é uma iniciativa estratégica para o novo ciclo econômico capixaba. Trata-se de um mecanismo de vanguarda da gestão pública dentro das políticas de desenvolvimento mundiais, aliando progresso econômico com responsabilidade social. O que o novo fundo nos permite é, a partir do investimento de receitas provenientes da indústria do petróleo e do gás natural, buscar a atração de novos negócios, com emprego e renda para população”, explica.

A gestora selecionada terá um papel imprescindível em todo o processo, sendo responsável pela análise das empresas, valoração, negociação, investimento, aceleração e desinvestimento. Via de regra, após a análise, negociação e diligências, o Fundo adquire um percentual de suas ações, ou seja, o FIP prospecta empresas e entra como sócio acionista por um período determinado.

“O Fundo, como acionista, traz experiência e boas práticas que apoiam a gestão e a governança da empresa. Assim, com o tempo, a empresa ganha expertise e resultados”, complementa o diretor-presidente.

Informações sobre a seleção: Acesse aqui

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